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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

MUSEU DA CULTURA POPULAR DJALMA MARANHÃO - NATAL

ANTIGA RODOVIÁRIA DA RIBEIRA, INAUGURADO EM AGOSTO DE 2008, PELA ENTÃO PREFEITA MICARLA DE SOUZA

TEATROS POTIGUARES

1 – ALBERTO MARANHÃO NATAL
2 – DIX-HUIT ROSADO – MOSSORÓ
3 – LAURO MONTE FILHO – MOSSORÓ
4 – NILO PEREIRA – CEARÁ MIRIM
6 – PADRE ALFREDO SIMONETTI – MOSSORÓ


7 – CINE TEATRO PEDRO AMORM - ASSU

GRUPOS E COMPANHIAS DE TEATROS

1 - STABANADA COMPANHIA DE TEATRO
2 - GRUPO DE TEATRO FALA ESPERANÇA
 3 - GRUPO DE TEATRO CLOWNS DE SHAKESPEARE
4 -  GRUPO DE TEATRO DITIRAMBO
5 -  GRUPO ESTANDARTE DE TEATRO – NATAL
6 – COMPANHIA  TEATRAL  ALEGRIA
7 -  GRUPO DE TEATRO O PESSOAL DO TARARÁ -  MOSSORÓ 
8 -  COMPANHIA  TEATRAL JESIEL FIGUEIREDO
9 -  MÁSCARA CIA DE TEATRO
10 -  GRUPO TEATRAL ARTE VIVA -  SANTA CRUZ
 11 -  GRUPO DE TEATRO FALAS E PANTOMIMAS (IFRN)  - NATAL
 12 -  HABEAS ARS-GRUPO DE TEATRO DO COLÉGIO MARISTA DE NATAL
13 -  GRUPO DE TEATRO UNIÃO - GRUTEU  - SÃO GONÇALO DO AMARANTE
14 -  TESGA - GRUPO DE TEATRO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE  - SÃO GONÇALO DO AMARANTE 
15 -  GRUPO TEATRAL MUGANGA DE PRODUÇÕES
16 -  GRUPO PERSONA DE TEATRO
17 -  GRUPO DE TEATRO FACETAS, MUTRETAS E OUTRAS HISTÓRIAS 
18 -  GRUPO DE TEATRO JANELA
19 -  COLETIVO ARTÍSTICO ATORES A DERIVA
20 -  GRUPO DE TEATRO DA CASA DA RIBEIRA  - NATAL
21 -  GRUPO ESTAÇÃO DE TEATRO
22 -  COMPANHIA  FOCART DE TEATRO
23 -  GRUPO ARTES E TRAQUINAGENS
24 -  TRAPOS E FARRAPOS GRUPO DE TEATRO (FIC)
25 -  COMPANHIA  MANACÁ DE TEATRO
26 -  GRUPO ELAS E COMPANHIA LOSS DE TEATRO
 27 -  GRUPO DE TEATRO QUATRO CANTOS
28 -  GRUPO DE TEATRO TERRA NATAL
29 -  GRUPO BRINCARTE DE TEATRO
30 -  ESQUINA COLORIDA GRUPO DE TEATRO
31 -  GRUPO DE TEATRO BICHO DE 7 CABEÇAS
32 -  COMPANHIA  CÊNICA VENTURA  - PARNAMIRIM
33 -  GRUPO FILHOS DA ARTE  - MACAÍBA
34 – GRUPO DE TEATRO MARIA CARDOSO – CAICO
35 – COMPANHIA  CACIMBA DE TEATRO – CAICO

36 – COMPANHIA CULTURAL CURANDUIS – JANDUÍS
37 – COMPANHIA ARTE E RISO – UMARIZAL
38 – COMPANHIA BELA TRUPE - MOSSORÓ
40 – COMPANHIA CERVANTES DO BRASIL – CARNAUBAS DOS DANTAS
41 -  GRUPO TEART DE TEATRO
42 – GRUPO DE TEATRO ABSOLUTAS DA POLÍCIA MILITAR – NATAL
43 – PROJETO ABELHAR – FELIPE GUERRA
44 – COMPANHIA ARTE E AÇÃO – MESSIAS TARGINO
45 – COMPANAHAAIA JARDIM ARTE FELIZ – JARDIM DE PIRANHAS
46 – BANDO – NATAL
47 – GRUPO DE TEATRO BRILHANTE – SÃO FERNANDO
48 – GRUPO DE TEATRO ENLACE – TIMBAÚBA DOS BATISTAS
49 -  GRUPO O TEATRO CULTURA VIVA – JOÃO CÂMARA
50 – COMPANHIA PÃO DOCE – MOSSORÓ
51 – GRUPO FLORESCER – APODI


52 – COMPANHIA TEATRO CASARÃO - APODI

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

MUSEUS DO RIO GRANDE DO NORTE

1 – CÃMARA CASCUDO – NATAL
2 – ARTE SACRA - NATAL
3 – DO TREM – NATAL
4 -  DA AERONAÍTICA – NATAL
5 – DA CULTURA POPULAR DJALMA MARANHÃO
6 – DO MAR – NATAL
7 – ANAT COMPARATIVA – NATAL
8 – DOS MINEROS – NATAL
9 – CULTURAL PALÁCIO POTENGI - NATAL
10 – FORTE DOS REIS MAGOS - NATAL
11 – NILO PEREIRA – CEARÁ MIRIM
12 – LAJEDO DE SOLEDADE - APODI
16 – DA RESISTÊNCIA – MOSSORÓ
17 – DO PETRÓLEO – MOSSORÓ
18 – DO SERTÃO – MOSSORÓ
19 – DO HOMEM MISSIONÁRIO DE PIUM - PARNAMIRIM
20 – MURILO DA GREÇA - PARNAMIRIM
21 – MUSEU DE ACARI
22 -  DE BARRAVENTO – PAU DOS FERROS
23 – JOSÉ ELVIRO - MACAU
24 – CARNAVALESCO COLÔ SANTANA - MACAU
25 – LUIZ TERCEIRO JÁCOME – TRIUNFO POTIGUAR
MÃE DO EX-PREFEITO DE APODI, EM 3 MANDATOS, DR. JOSÉ PINHEIRO BEZERRA
26 – AUTA PINHEIRO DE SOUZA – SANTA CRUZ
27 – MINERAL MÁRIO MOACYR PORTO – CURRAIS NOVOS
28 – MUSÉU DE NÍSIA FLORESTA
29 – MUSEU HISTÓRICO MONSENHOR BARROS – SÃO JOSÉ DE MIPIBU
30 – MUSEU DO VAQUEIRO – SÃO JOSÉ DE MIPIBU
31 – MUSEU, MEMORIAL E CENTRO AFRO BRASILEIRO - TOUROS
32 – MUSEU DE TOUROS
33 – MUSEU DO SERTÃO - UMARIZAL
34 – MUSEU PADRINHO GOMES – UMARIZAL
35 – CASA MUSEU MÁXIMO REBOUÇAS – AREIA BRANCA

36 – TORTO FERREIRO - MACAÍBA

SOLAR FERREIRO TORTO - MACAÍBA

De acordo com os relatos históricos, foi o 2° engenho de cana-de-açúcar a ser erguido no RN. Localizado no município de Macaíba e distante 18 km de Natal, o Ferreiro Torto transformou-se em museu em 1994, quando foi tombado como patrimônio de engenho do Potengi, pois o rio do mesmo nome passa ao lado do engenho.
Paulo em mão na sua última reportagem como colaborador desta coluna, o repórter Heldon Simões encontrou apenas um lugar vazio. Durante o tempo em que percorreu o lugar, o silêncio era quebrado apenas pelo doce cantar dos pássaros.
Nenhum funcionário sequer para orientar.
Na guarita, o portão de acesso estava aberto, sem proteção alguma.
Dentro das terras do antigo engenho Ferreiro Torto, uma imensidão verde, aparentemente bem cuidado.
Porém, as portas fechadas do Solar e a ausência de alguém que pudesse justificar o vazio implicam no obvio: mais um patrimônio está abandonado.
Na fachada, rastros de cupim nas portas representam uma séria ameaça, já que o piso superior é em madeira, como também boa parte da mobília.
O mofo também está presente em diversas partes. Além disso, o vidro de uma janela está quebrado e a pintura gasta começa  a apresentar falhas.
No caminho até o Solar, uma pista foi montada para aula pratica de auto escola, o que reforça o abandono.
Por telefone, uma funcionária garantiu que o Solar funciona diariamente das 8h às 12h, com a presença de um historiador, maaassss…a equipe da coluna chegou às 10h30 e o solar estava fechado.
A lenda conta que a filha do senhor do engenho se apaixonou por um escravo. Esse assunto já era notícia do engenho até que um dia o pai viu os dois conversando. Então, resolveu agir rapidamente, pegou uma arma para matar o escravo, mas quando atirou, sua filha se botou na frente e o pai acabou matando-a. A ira se misturou ao pânico, convocou os capitães-do-mato e ordenou que o enterrassem  o escravo vivo.
História do texto extraído do Blog História e Genealogia, de autoria do historiador Anderson Tavares, membro do Instituto Pró-Memória de Macaíba, do Centro Norte-Rio-grandense do Rio de Janeiro e da Academia Macaibense de Letras.
Em 1847, o Cel. Estevão Moura havia herdado o engenho Ferreiro Torto e naquele mesmo ano demoliu a antiga construção térrea do sogro e fez erguer com base em planta de sua autoria o confortável e elegante palacete, moldado em estilo colonial português, uma preferência do construtor utilizado em outros prédios que lhe pertenciam, como o bonito solar Caxangá, antiga fazenda Barra.
Trata-se de um prédio monumental, com linhas sóbrias e elegantes. Apresenta partido de planta quadrangular, desenvolvido em dois pavimentos. Possui uma bela composição de cobertura em varias águas, cujos beirais são arrematados por frisos e cornijas.
Ao tempo em que foi erguido era provido de água encanada, esgotos, varandas, forros, vidraças e um santuário, tendo os dormitórios no segundo pavimento, cujo conforto não tinha rival nem nos edifícios da capital da província.
Belíssimo jardim em estilo francês foi construído na frente do casarão, onde outrora foi o patamar da casa ao tempo da invasão holandesa. No inicio do jardim, ficava o pelourinho, temor dos escravos quando dos malfeitos domésticos.
O pelourinho foi retirado definitivamente da frente da casa depois da morte de dona Maria Rosa do Rego Barros de Moura, senhora do engenho, cujas crueldades cometidas contra os escravos viraram lendas que extrapolaram as fronteiras estaduais.
O Solar Ferreiro Torto, como residência senhorial, possuía muitos esconderijos, sobre os quais depõe o escritor José Moreira Brandão Castelo Branco Sobrinho, bisneto do cel. Estevão: “Não se deve olvidar que no palacete havia esconderijos; um na parte posterior do sobrado, disseminado por uma janela apenas desenhada pela parte externa, com relevos e pinturas indispensáveis a guardar a harmonia das esquadrias, e outro no forro da escada, que conduzia ao segundo pavimento, disfarçados de tal forma que pessoas estranhas não conseguiriam descobri-los”.
A propósito, conta-se que devido a vários processos a que submeteram o dito coronel Estevão por injunções políticas, foi ele procurado por agentes policiais ou judiciários em sua residência de ferreiro Torto e que apesar de se mostrar aos mesmos numa das sacadas do sobrado e facultando-lhes a entrada, os oficiais de justiça por mais que o procurassem nas varias dependências da casa não o encontravam.
Além desses esconderijos, havia o famoso túnel que ligava o casarão ao porto do engenho, e que foi construído pelo coronel Joaquim José do Rego Barros, partícipe dos tempos atribulados da revolução de 1817.
Na posse de Estevão Moura, o engenho Ferreiro Torto vislumbrou tertúlias memoráveis, visitas ilustres de presidentes da província e dignitários do império, com banquetes seguidos de bailes memoráveis. Amigo da boa mesa, a província toda conhecia o modo fidalgo com que o coronel tratava seus hospedes, fidalguia herdada por todos os seus descendentes diretos, sobre os quais, assevera mestre Câmara Cascudo: “todos os seus descendentes, foram fieis ao signo da hospitalidade generosa, completa, ampla, inimitável”.
Com o falecimento do Cel. Estevão Moura, o engenho Ferreiro Torto coube no espólio para a sua filha mais nova dona Isabel Cândida de Moura Chaves, casada com o Dr. Francisco Clementino de Vasconcelos Chaves, pais do jurista Dr. João Chaves, nascido na residência em 1875.
D. Isabel Cândida vendeu a propriedade em 1900 para sua sobrinha dona Maria Suzana Teixeira de Moura, que na década de 1920 transferiu o antigo engenho para o senhor Francisco Coelho e deste para o senhor Bruno Pereira que se desfez da fazenda na década de 30, vendendo o imóvel para a Amélia Duarte Machado, que desde então manteve moradores na fazenda até que em 1978 as terras foram desapropriadas pela prefeitura de Macaíba, na gestão Valério Mesquita, como patrimônio histórico, sendo transformado em museu de Arte Sacra, mantido pela Fundação José Augusto que tombou e restaurou o antigo palacete colonial.
Depois de funcionar como sede da prefeitura da Macaíba entre os anos de 1983 a 1989, foi transformado em museu municipal na gestão Odiléia Mércia Mesquita. Posteriormente fechado, foi reaberto como museu regional na gestão Mônica Nóbrega Dantas. Novamente fechado, e após sofrer assaltos e depredações, foi reinaugurado como Complexo Turístico e Cultural Solar Ferreiro Torto, em abril de 2003, durante a gestão do prefeito Fernando Cunha Lima Bezerra, apresentando uma coleção de fotografias antigas da cidade da Macaíba e de seus filhos que se destacaram nos mais variados segmentos sociais. As fotos foram doações deRayanne Magalhães (descendente do Cel. Estevão), do historiador Anderson Tavares e do memorialista José Inácio de Souza Neto que dá nome a uma das salas de exposição.
No projeto original do complexo constava ainda, duas trilhas ecológicas e um passeio de barco pelo rio Jundiaí, partindo do antigo porto de Ferreiro Torto. O lugar é propicio para aliar história e meio ambiente em um terreno de seis hectares coberto de resquícios de Mata Atlântica, pequena faixa de terra que outrora abrangia municípios inteiros do RN, visto ter sido o engenho Ferreiro Torto oriundo das antigas sesmarias coloniais.
FONTE - TRIBUNA DO NORTE

MUSEU DO SERTÃO DE UMARIZAL

Preservar objetos antigos, colecionar e relacionar fatos históricos, em especial da sua família, são atividades que fazem parte da rotina de muitas pessoas que gostam de manter vivo o passado, é o caso da casa da professora aposentada Sônia Onofre Pereira de Melo, 66 anos, localizado na Lagoa do Serrote, zona rural do município de Umarizal, Médio-Oeste potiguar. O local, de longe já expõe um belo visual que mistura arte, cultura e história.
A proprietária prefere não se referir a sua casa como um museu particular, mas admite que o prazer em reunir objetos antigos é uma incansável que pretende desenvolver até o fim dos seus dias.

“Aqui tem uma parte da história das famílias Onofre, Souza Martins e Regalados, Regalado de Medeiro Lins por parte de minha mãe, e Onofre como todos sabem por parte do meu Pai, Onofre de Souza Martins, aqui guardo peças da família, somente da família, não quero pegar uma peça e colocar aqui, eu só quero um acervo da família, cada peça aqui tem sua história em particular, cada objeto desses eu tenho um amor e carinho e só mostro as pessoas conhecida e amigo, até porque, meu interesse é familiar, meu acervo é familiar.” Frisou Dona Sônia

Sônia tem a seu favor uma família de renome no Rio Grande do Norte, o que facilita o seu trabalho de reunir documentos históricos. É filha do Juiz Manoel Onofre de Souza(falecido), nome dado a cadeia pública de Mossoró. Destaque também para seus filhos, o procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Norte, Manoel Onofre de Souza Neto (Neto) e o agora prefeito eleitoCarlindson Onofre Pereira de Melo (Mano).

Outro ponto que incentivo a colecionadora foi a casa onde guarda todas as relíquias, que é onde toda a sua família morou e que ela consegue manter com os mesmos padrões arquitetônico de quase dois séculos.

CASA MUSEU
Entre os objetos colecionados, muitos até mesmo guardados “a sete chaves”. Dona Sônia mantém coleções raras como: Discos(LPs) do grupo inglês Beatles e uma radiola que toca este tipo de disco. 

“Nunca pensei em jogar os discos de vinil fora ou substituí-los por CDs, então adquiri uma radiola desse modelo para ouvir os discos.” Frisou

Entre as antiguidades, mantém intacto o primeiro aparelho de TV em preto e branco, o primeiro liquidificador e batedeira planetária de marca Walita, relógio de parede em madeira, câmara digitais antigas, óculos com armação especiais (que pertencem a família), livros de escritos no inicio do século passado.


Entre as particularidades, Dona Sônia expõe em uma sala reservada um verdadeiro arquivo em fotos que retrata as cidades do RN no passado. Entre as fotos antigas, uma foto dela feita e emoldurada pelo histórico fotógrafo Manoelito. Dona Sônia faz questão de mostrar e dizer que entre as fotos muitas foram pintada por sua mã.
















FONTE BLOG RANIELE GOMES

MUSEU DE NÍSA FLORESTA

INAUGURADO NO DIA 28 DE MARÇO DE 2012 - NÍSIA FLORESTA-RN

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